por Reinaldo Domingos – Educador e Terapeuta financeiro. Também é autor do livro “Terapia Financeira” - (Editora Gente), e criador da Metodologia DiSOP – Educação Financeira - Presidente do DiSOP Instituto de Educação Financeira – (www.disop.com.br).
O casamento é um dos ápices na vida das pessoas, é a comunhão de quem se amam, sendo assim, é um momento de felicidade que tem a intenção de ser para sempre. Entretanto, para que um casamento se torne realmente duradouro existem vários pontos, dentre os quais um que é fundamental e a vida financeira. Assim, antes de consumar o casamento o casal tem que estar ciente do padrão de vida que viverá, para que isso não se torne um fator de desavenças.
Assim, nada melhor que colocar na ‘mesa’, antes de morar junto, o tema “dinheiro” e fazer uma boa reflexão de como ele influenciará o casamento, lembrando que o mês de maio é considerado Mês das Noivas, levantei alguns pontos de devem ser analisados.
Por motivo da falta de educação financeira é comum não se preocupar com o tema antes de casar, pensando, ‘vamos celebrar depois pensamos’. Contudo, casar significa iniciar uma nova vida a dois e quando isto acontece é inevitável a mudança de hábitos e costumes, ceder um ao outro e até mesmo encontrar um novo padrão de vida a dois.
Isso é complicado quando pensamos que antes desse novo ‘passo’, a maioria das pessoas vive sem pensar com preocupações maiores, quase sempre tem o amparo direto dos pais ou parentes, não tem preocupações com os afazeres e compromissos de uma casa, com roupas passadas, lavadas, comida na mesa, quanto custa a energia elétrica, água, entre outros custos que envolvem um lar. Assim, de um dia para outro se casa e se depara com tudo diferente, a partir deste momento quem terá que ditar as regras é o casal. Tudo certo se planejado com antecedência mínima de 24 meses, se não, pode ter certeza que uma crise está se aproximando.
Casamento é um ato de grandeza e sabedoria, casar é somar energias, é troca, é respeitar o outro, é tolerar, mas, e quanto ao dinheiro dos dois, como fica? Será que se deve fazer a divisão dos gastos de casa ou juntar os dois ganhos e fazer um único orçamento financeiro? Seja qual for a opção, o que importa é que haja comprometimento com o que foi decidido. E isso começa com uma reunião, colocando na mesa o que se ganha, o que se gasta e, principalmente, o que se quer realizar. Definindo os sonhos de curto, médio e longo prazo, um desses sonhos é a festa de casamento que deverá ser objeto de muita conversa e simulações.
Pensando no sonho da festa, é preciso conhecer o seu valor e tempo que ocorrerá, colocar isso no papel e depois conversar os passos que deverão ser dados e isso envolve diversas atividades e todas muito provável envolvem custos e investimentos.
Vamos a algumas perguntas: Quanto dinheiro é necessário para realizar o casamento? Tem esse dinheiro? Como tê-lo? Quanto vai se guardar por mês para realizá-lo? Tem casa para morar? O custo da região em que mora é maior? Onde será a lua de mel? Como organizar as férias no trabalho dos dois? Essas são apenas algumas questões, mas o que importa é que todas deverão ser feitas e respondidas com segurança e consciência. Certamente, muitos casamentos que se desfizeram poderiam ter durado a vida inteira, mas isso não ocorreu porque os sonhos viraram um pesadelo, por falta de planejamento.
Não tem como negar que o dinheiro norteia as vidas, assim, se não for respeitado acontecerá muitos problemas. Contudo, cuidado, respeitar não significa adorar, é preciso ter um novo comportamento perante as finanças. O casamento é um dos sonhos e atos mais importantes na vida de uma pessoa, é quando se decide unir forças e energias e preciso também compartilhar o dinheiro. Por isso, investir na educação financeira do casal é fundamental para que o casamento seja um verdadeiro sonho realizado, pois, é possível viver a dois (ou mais, com os filhos) com harmonia e muita tranqüilidade financeira.
---------------------------------------------------------------------------Jornalista: Paulo Fabrício Ucelli
DiSOP
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segunda-feira, 9 de maio de 2011
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Festa de casamento em dia de semana em SP pode gerar economia de até 30%
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/
por Luísa Brito
Do G1, em São Paulo
Extraído de http://www.caramel.com.br/na_midia
Com fins de semana disputados, empresas oferecem descontos de 2ª a 5ª.
Noivos também conseguem organizar a festa em menos tempo.
Morar numa cidade com uma população estimada de 11 milhões de habitantes como São Paulo significa quase sempre enfrentar uma fila. E isso não é diferente na hora de escolher uma igreja e um buffet para realizar a festa de casamento. Muitos noivos penam para realizar o sonho de casar em um local muito disputado da cidade num final de semana. Quem não planeja a festa com uma antecedência de pelo menos um ano e meio pode ter que adiar o dia de juntar as escovas de dente ou abrir mão do lugar dos sonhos.
Quem faz questão de manter o lugar pode optar por trocar a data por um dia de semana (de segunda a quinta-feira), que, além de casar na época preferida, ainda conseguirá um desconto entre 10% e 30% na festa. O percentual de abatimento é estipulado por assessorias de casamentos que organizam festas em todo o estado.
Noivos que já casaram em dias de semana garantem que os convidados comparecem à festa. “Se eles gostam mesmo de você, vão em qualquer dia”, diz o empresário Panayote Damilakos, de 25 anos, que causou com a gerente empresarial Carla Damilakos, de 26, em 29 de janeiro deste ano, uma quinta-feira. Dos 250 convidados da festa, apenas dez faltaram. “O pessoal jovem já costuma sair durante a semana mesmo, então não faz diferença”, diz ele, segundo o qual os convidados se divertiram na pista de dança até as 2h. O empresário conta que começou a planejar a festa com praticamente um ano de antecedência, em fevereiro de 2007, e não havia mais data no final de semana para janeiro de 2008 no buffet que ele pretendia casar. Como não queria abrir mão do mês de janeiro, para poder passar a lua-de-mel na praia, aceitou casar num dia de semana e não se arrepende. A escolha gerou uma economia de uns 30% no orçamento da festa. “Primeiro pensamos no sábado, mas depois vimos os atrativos e decidimos pela quinta-feira”, conta o empresário, que passou a semana em lua-de-mel na praia de Maresias, no litoral norte do estado, como havia planejado há quase um ano. Para evitar que os convidados sofressem muito com o trânsito se deslocando da igreja para o local da festa, o casal optou por realizar tudo no mesmo lugar.
De acordo com Solange Caramel, proprietária da Caramel assessoria de eventos, as igrejas e buffets mais disputados de São Paulo não têm mais datas livres este ano para casamentos. “Tem igreja que mesmo em 2010, se você for ver, só vai ter horário ruim”, afirmou. Segundo ela, quem casa num dia de semana tem boas chances de negociação de preço. “O profissional dá desconto porque quer pegar o trabalho, senão fica sem serviço no dia”, explica. Solange diz que percebeu um aumento no número de casamentos durante a semana nos últimos seis meses. Segundo ela, em alguns casos, os noivos chegam a desistir de casar na igreja e fazem uma cerimônia só no buffet porque não podem adiar demais a celebração.
Uma das sócias da assessoria de eventos Boutique de 3, Elisa Tavares Bueno, diz que tem percebido que os novos buffets que estão sendo feitos na cidade de São Paulo já são projetados com áreas maiores para poder abrigar uma cerimônia religiosa além da festa por causa da dificuldade de os noivos encontrarem datas em igrejas.
Festa planejada em dois meses
Como escolheu uma terça-feira para casar, a arquiteta Cristina Wehba, de 32 anos, não teve dificuldades para organizar o casamento em apenas dois meses. Ela casou no dia 25 de março de 2008, data em que completava dois anos de namoro e disse que a maioria dos 150 convidados compareceu à festa. Cristina não chegou a fazer orçamentos de um casamento no fim de semana, mas acredita ter economizado uns 30%. “Já tinha decidido a data antes de saber dos preços, mas [a economia] foi uma ótima surpresa”, comenta. A arquiteta diz que o fato de ter sido numa terça-feira não mudou a diversão da festa que contou com tudo que há nas celebrações em fins de semana como cerimônia, jantar e pista de dança animada por DJ. “Foi super divertido”, lembra.
Bruno Zani, sócio e diretor de marketing da Cenográphia Festas em parceria com Renato Aguiar, diz que casando de segunda a quinta-feira o casal consegue economizar na maioria das coisas como cerimonial, bufê e DJ ou banda. Em festas organizadas por sua empresa é possível ter um desconto de 30% a 40% no custo total se a data não for uma sexta-feira ou um sábado. Zani diz que a grande maioria dos noivos prefere casar no fim de semana, mas já há alguns que optam pelo o dia útil por uma questão de redução de custos.
Outros pontos positivos do casamento de segunda a quinta, segundo os organizadores de festas, é o fato de os noivos poderem contar com a igreja só para eles, pois quem casa no fim de semana num templo religioso muito disputado, às vezes só tem meia hora para a cerimônia. Isso porque logo depois tem que ser celebrado outro casamento. Quando ocorrem vários casamentos num dia na mesma igreja, os vários casais também têm que chegar a um acordo sobre a decoração que é dividida por todos, já que não há tempo de colocar uma decoração diferente para cada um.
“Na semana, o casamento na igreja é único”, diz Tatiana Queiroz, sócia da empresa Sylvia Queiroz assessoria de casamentos e recepção. Segundo ela, o casal cujos convidados são da mesma cidade não encontra muitas dificuldades para fazer a festa num dia útil. Ela conta que tem notado uma maior procura por casamentos durante a semana há cerca de um ano. Segundo Tatiana, a maioria dos noivos que aceita o dia útil, opta pela quinta-feira.
por Luísa Brito
Do G1, em São Paulo
Extraído de http://www.caramel.com.br/na_midia
Com fins de semana disputados, empresas oferecem descontos de 2ª a 5ª.
Noivos também conseguem organizar a festa em menos tempo.
Morar numa cidade com uma população estimada de 11 milhões de habitantes como São Paulo significa quase sempre enfrentar uma fila. E isso não é diferente na hora de escolher uma igreja e um buffet para realizar a festa de casamento. Muitos noivos penam para realizar o sonho de casar em um local muito disputado da cidade num final de semana. Quem não planeja a festa com uma antecedência de pelo menos um ano e meio pode ter que adiar o dia de juntar as escovas de dente ou abrir mão do lugar dos sonhos.
Quem faz questão de manter o lugar pode optar por trocar a data por um dia de semana (de segunda a quinta-feira), que, além de casar na época preferida, ainda conseguirá um desconto entre 10% e 30% na festa. O percentual de abatimento é estipulado por assessorias de casamentos que organizam festas em todo o estado.
Noivos que já casaram em dias de semana garantem que os convidados comparecem à festa. “Se eles gostam mesmo de você, vão em qualquer dia”, diz o empresário Panayote Damilakos, de 25 anos, que causou com a gerente empresarial Carla Damilakos, de 26, em 29 de janeiro deste ano, uma quinta-feira. Dos 250 convidados da festa, apenas dez faltaram. “O pessoal jovem já costuma sair durante a semana mesmo, então não faz diferença”, diz ele, segundo o qual os convidados se divertiram na pista de dança até as 2h. O empresário conta que começou a planejar a festa com praticamente um ano de antecedência, em fevereiro de 2007, e não havia mais data no final de semana para janeiro de 2008 no buffet que ele pretendia casar. Como não queria abrir mão do mês de janeiro, para poder passar a lua-de-mel na praia, aceitou casar num dia de semana e não se arrepende. A escolha gerou uma economia de uns 30% no orçamento da festa. “Primeiro pensamos no sábado, mas depois vimos os atrativos e decidimos pela quinta-feira”, conta o empresário, que passou a semana em lua-de-mel na praia de Maresias, no litoral norte do estado, como havia planejado há quase um ano. Para evitar que os convidados sofressem muito com o trânsito se deslocando da igreja para o local da festa, o casal optou por realizar tudo no mesmo lugar.
De acordo com Solange Caramel, proprietária da Caramel assessoria de eventos, as igrejas e buffets mais disputados de São Paulo não têm mais datas livres este ano para casamentos. “Tem igreja que mesmo em 2010, se você for ver, só vai ter horário ruim”, afirmou. Segundo ela, quem casa num dia de semana tem boas chances de negociação de preço. “O profissional dá desconto porque quer pegar o trabalho, senão fica sem serviço no dia”, explica. Solange diz que percebeu um aumento no número de casamentos durante a semana nos últimos seis meses. Segundo ela, em alguns casos, os noivos chegam a desistir de casar na igreja e fazem uma cerimônia só no buffet porque não podem adiar demais a celebração.
Uma das sócias da assessoria de eventos Boutique de 3, Elisa Tavares Bueno, diz que tem percebido que os novos buffets que estão sendo feitos na cidade de São Paulo já são projetados com áreas maiores para poder abrigar uma cerimônia religiosa além da festa por causa da dificuldade de os noivos encontrarem datas em igrejas.
Festa planejada em dois meses
Como escolheu uma terça-feira para casar, a arquiteta Cristina Wehba, de 32 anos, não teve dificuldades para organizar o casamento em apenas dois meses. Ela casou no dia 25 de março de 2008, data em que completava dois anos de namoro e disse que a maioria dos 150 convidados compareceu à festa. Cristina não chegou a fazer orçamentos de um casamento no fim de semana, mas acredita ter economizado uns 30%. “Já tinha decidido a data antes de saber dos preços, mas [a economia] foi uma ótima surpresa”, comenta. A arquiteta diz que o fato de ter sido numa terça-feira não mudou a diversão da festa que contou com tudo que há nas celebrações em fins de semana como cerimônia, jantar e pista de dança animada por DJ. “Foi super divertido”, lembra.
Bruno Zani, sócio e diretor de marketing da Cenográphia Festas em parceria com Renato Aguiar, diz que casando de segunda a quinta-feira o casal consegue economizar na maioria das coisas como cerimonial, bufê e DJ ou banda. Em festas organizadas por sua empresa é possível ter um desconto de 30% a 40% no custo total se a data não for uma sexta-feira ou um sábado. Zani diz que a grande maioria dos noivos prefere casar no fim de semana, mas já há alguns que optam pelo o dia útil por uma questão de redução de custos.
Outros pontos positivos do casamento de segunda a quinta, segundo os organizadores de festas, é o fato de os noivos poderem contar com a igreja só para eles, pois quem casa no fim de semana num templo religioso muito disputado, às vezes só tem meia hora para a cerimônia. Isso porque logo depois tem que ser celebrado outro casamento. Quando ocorrem vários casamentos num dia na mesma igreja, os vários casais também têm que chegar a um acordo sobre a decoração que é dividida por todos, já que não há tempo de colocar uma decoração diferente para cada um.
“Na semana, o casamento na igreja é único”, diz Tatiana Queiroz, sócia da empresa Sylvia Queiroz assessoria de casamentos e recepção. Segundo ela, o casal cujos convidados são da mesma cidade não encontra muitas dificuldades para fazer a festa num dia útil. Ela conta que tem notado uma maior procura por casamentos durante a semana há cerca de um ano. Segundo Tatiana, a maioria dos noivos que aceita o dia útil, opta pela quinta-feira.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Consórcio para casamentos
A nova lei de consórcio cria uma alternativa para quem planeja casar sem peso no bolso. A inclusão do item "serviços" permite que as administradoras ofereçam cotas para custear a cerimônia, festa, lua de mel, dia da noiva e noite de núpcias. Com R$ 109 por mês, os pombinhos já podem começar a programar a festa dos sonhos. A Rodobens Consórcio e a Embracon oferecem a modalidade. As cotas são vendidas a partir de R$ 4 mil, com prazo de pagamento de até 48 meses.
A contemplação da carta de crédito acontece por sorteio ou lance. As parcelas e o valor da carta são corrigidos anualmente por um índice de inflação. O sistema cobra taxa de administração, seguro e, em alguns casos, fundo de reserva.
Segundo o diretor-executivo da Rodobens Consórcio, Sebastião Cirelli, o modelo é novo e pode ser usado para custear todo o casamento. "Esse é um mercado que não permite um parcelamento mais longo, ou seja, no máximo, até o dia da cerimônia. Por isso, as cotas de consórcio vão ajudar. Isso permite que o casal possa adequar o valor da cota ao orçamento mensal", explica Cirelli.
Outra vantagem é que os noivos podem comprar mais de uma cota para aumentar o valor do crédito. De acordo com o gerente regional da Embracon, Antônio Mizael Catharino, as cotas de serviços já contam com três grupos com 144 participantes cada um. "Temos cartas que vão de R$ 5 mil a R$ 20 mil, com prazo de 36 meses", diz Catharino. Ele lembra que há o sorteio com lance fixo de 25%. Há ainda o lance facilitado. Se a pessoa não tiver dinheiro para antecipar a carta, pode utilizar 25% do valor, percentual que será abatido na entrega do dinheiro.
Noivos mais prevenidos, que temem que um imprevisto atrapalhe a festa, têm outra opção: contratar o "Casamento Seguro", que, desde abril, cobre cerimônias em todo o País. Com apenas R$ 55 por mês, é possível cobrir, por exemplo, o cancelamento da cerimônia.
Contratos e acordos apenas por escrito
O que era para ser uma noite de sonhos quase se transformou em pesadelo para a analista de sistemas Samira Tavares, 23 anos. Problemas com uma fornecedora de canecas personalizadas e com o DJ deram muita dor de cabeça para a noiva. Para evitar que esses problemas ocorram, o Procon de São Paulo elaborou um guia para evitar que os casais caiam em roubadas.
A orientação, em primeiro lugar, é pesquisar muito e comparar preços. Acordo boca a boca está proibido. Tudo deve ser registrado em contrato para que, caso haja algum problema, os noivos possam reclamar, inclusive, judicialmente.
"Comprei umas canecas pela Internet, mas a fornecedora até hoje não as entregou. Ela até devolveu meu dinheiro, mas muitas meninas não conseguiram e entraram na Justiça", contou Samira. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, se o combinado não for executado, a pessoa poderá exigir o cumprimento forçado da obrigação, aceitar outro produto equivalente ou ainda a restituição da quantia paga.
As formas de pagamento, os descontos e toda a descrição dos serviços e produtos também devem estar estabelecidos nos contratos.
Criatividade e pé no chão evita dívidas
Unir forças desde o noivado é o conselho de Gustavo Cerbasi. Para o autor de Casais inteligentes enriquecem juntos, a organização do casamento é um ensaio para a vida juntos. "Em vez da soma de orçamentos individuais, o casal constrói vida financeira única", defende. O consultor Reinaldo Domingos reforça que é preciso ser realista e respeitar seu padrão de vida na festa.
A dentista Taís Lima juntou dicas da Internet e criatividade e dispensou o decorador. Usou docinhos clássicos em vez dos fondados. Com vidros reciclados, decorou as mesas e gastou seis vezes menos: "Tive medo de ficar feio ou brega, mas todos gostaram".
Reinaldo recomenda aplicações de curto prazo como poupança ou CDB, mas é preciso cortar gastos. "Não dá para ter tudo ao mesmo tempo", diz. Para Cerbasi, no noivado, vale cortar gastos com lazer e roupas. "O sacrifício vale a pena com prazo e uma boa recompensa", ensina.
Emanuelle Missura, cerimonialista, indica itens que têm que ser garantidos: visual da noiva, foto/filmagem, bufê e som. "Para gastar menos, a dica é ter uma lista de convidados enxuta. Com isso, dá para economizar em vários itens", conta.
Como preparar o bolso
- R$ 25 mil
Em consulta a 40 noivas feita pelo jornal O DIA, esse foi o valor médio do orçamento total da festa de casamento, incluindo desde o vestido até a documentação civil e religiosa. Um terço delas pretende gastar até R$ 14 mil e outro terço vai investir mais de R$ 40 mil.
- R$ 960
Segundo Reinaldo Domingos, se o casal poupar esse valor todo mês em aplicação com rendimento de 0,7%, alcançará R$ 25 mil em dois anos. Em um ano, o valor seria atingido com parcelas de R$ 2.005. O conselho é juntar o dinheiro para evitar dívidas.
Mais dicas
- Processo civil
Casar no papel custa caro. É preciso reconhecer firma (R$ 4,77), autenticar documentos (R$ 4,89) e pagar cerca de R$ 250 para a habilitação matrimonial.
- Fim da cobrança
Cartórios também exigem certidão de nascimento atualizada, que custa, pelo menos R$ 40. Mas, em breve, a exigência cairá. A Corregedoria de Justiça vai editar um aviso suspendendo a necessidade da atualização.
- Igreja
O casamento na Igreja Católica exige que os noivos entreguem a certidão de batismo atualizada (é paga). Ainda é preciso pagar taxas para a igreja e curso de noivos.
Ecad
Em festas com música, os noivos devem pagar ao Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). O cálculo varia: 15% do valor do contrato ou de acordo com metragem do local. Há decisões na Justiça contrárias e a favor do pagamento.
Fonte: O Dia
© Copyright Editora O Dia S.A.
http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI3948672-EI1377,00-Consorcio...
A contemplação da carta de crédito acontece por sorteio ou lance. As parcelas e o valor da carta são corrigidos anualmente por um índice de inflação. O sistema cobra taxa de administração, seguro e, em alguns casos, fundo de reserva.
Segundo o diretor-executivo da Rodobens Consórcio, Sebastião Cirelli, o modelo é novo e pode ser usado para custear todo o casamento. "Esse é um mercado que não permite um parcelamento mais longo, ou seja, no máximo, até o dia da cerimônia. Por isso, as cotas de consórcio vão ajudar. Isso permite que o casal possa adequar o valor da cota ao orçamento mensal", explica Cirelli.
Outra vantagem é que os noivos podem comprar mais de uma cota para aumentar o valor do crédito. De acordo com o gerente regional da Embracon, Antônio Mizael Catharino, as cotas de serviços já contam com três grupos com 144 participantes cada um. "Temos cartas que vão de R$ 5 mil a R$ 20 mil, com prazo de 36 meses", diz Catharino. Ele lembra que há o sorteio com lance fixo de 25%. Há ainda o lance facilitado. Se a pessoa não tiver dinheiro para antecipar a carta, pode utilizar 25% do valor, percentual que será abatido na entrega do dinheiro.
Noivos mais prevenidos, que temem que um imprevisto atrapalhe a festa, têm outra opção: contratar o "Casamento Seguro", que, desde abril, cobre cerimônias em todo o País. Com apenas R$ 55 por mês, é possível cobrir, por exemplo, o cancelamento da cerimônia.
Contratos e acordos apenas por escrito
O que era para ser uma noite de sonhos quase se transformou em pesadelo para a analista de sistemas Samira Tavares, 23 anos. Problemas com uma fornecedora de canecas personalizadas e com o DJ deram muita dor de cabeça para a noiva. Para evitar que esses problemas ocorram, o Procon de São Paulo elaborou um guia para evitar que os casais caiam em roubadas.
A orientação, em primeiro lugar, é pesquisar muito e comparar preços. Acordo boca a boca está proibido. Tudo deve ser registrado em contrato para que, caso haja algum problema, os noivos possam reclamar, inclusive, judicialmente.
"Comprei umas canecas pela Internet, mas a fornecedora até hoje não as entregou. Ela até devolveu meu dinheiro, mas muitas meninas não conseguiram e entraram na Justiça", contou Samira. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, se o combinado não for executado, a pessoa poderá exigir o cumprimento forçado da obrigação, aceitar outro produto equivalente ou ainda a restituição da quantia paga.
As formas de pagamento, os descontos e toda a descrição dos serviços e produtos também devem estar estabelecidos nos contratos.
Criatividade e pé no chão evita dívidas
Unir forças desde o noivado é o conselho de Gustavo Cerbasi. Para o autor de Casais inteligentes enriquecem juntos, a organização do casamento é um ensaio para a vida juntos. "Em vez da soma de orçamentos individuais, o casal constrói vida financeira única", defende. O consultor Reinaldo Domingos reforça que é preciso ser realista e respeitar seu padrão de vida na festa.
A dentista Taís Lima juntou dicas da Internet e criatividade e dispensou o decorador. Usou docinhos clássicos em vez dos fondados. Com vidros reciclados, decorou as mesas e gastou seis vezes menos: "Tive medo de ficar feio ou brega, mas todos gostaram".
Reinaldo recomenda aplicações de curto prazo como poupança ou CDB, mas é preciso cortar gastos. "Não dá para ter tudo ao mesmo tempo", diz. Para Cerbasi, no noivado, vale cortar gastos com lazer e roupas. "O sacrifício vale a pena com prazo e uma boa recompensa", ensina.
Emanuelle Missura, cerimonialista, indica itens que têm que ser garantidos: visual da noiva, foto/filmagem, bufê e som. "Para gastar menos, a dica é ter uma lista de convidados enxuta. Com isso, dá para economizar em vários itens", conta.
Como preparar o bolso
- R$ 25 mil
Em consulta a 40 noivas feita pelo jornal O DIA, esse foi o valor médio do orçamento total da festa de casamento, incluindo desde o vestido até a documentação civil e religiosa. Um terço delas pretende gastar até R$ 14 mil e outro terço vai investir mais de R$ 40 mil.
- R$ 960
Segundo Reinaldo Domingos, se o casal poupar esse valor todo mês em aplicação com rendimento de 0,7%, alcançará R$ 25 mil em dois anos. Em um ano, o valor seria atingido com parcelas de R$ 2.005. O conselho é juntar o dinheiro para evitar dívidas.
Mais dicas
- Processo civil
Casar no papel custa caro. É preciso reconhecer firma (R$ 4,77), autenticar documentos (R$ 4,89) e pagar cerca de R$ 250 para a habilitação matrimonial.
- Fim da cobrança
Cartórios também exigem certidão de nascimento atualizada, que custa, pelo menos R$ 40. Mas, em breve, a exigência cairá. A Corregedoria de Justiça vai editar um aviso suspendendo a necessidade da atualização.
- Igreja
O casamento na Igreja Católica exige que os noivos entreguem a certidão de batismo atualizada (é paga). Ainda é preciso pagar taxas para a igreja e curso de noivos.
Ecad
Em festas com música, os noivos devem pagar ao Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). O cálculo varia: 15% do valor do contrato ou de acordo com metragem do local. Há decisões na Justiça contrárias e a favor do pagamento.
Fonte: O Dia
© Copyright Editora O Dia S.A.
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